quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Proibido pra mim;

Alguém me perguntou hoje o que foi que eu vi em você, alguém me disse que você não tem nada de mais, nada de especial, que você não serve pra mim, que eu sou boa demais pra você, que você não me merece. Afinal, me disseram que tenho que te esquecer, te apagar da minha vida, te tirar dos meus pensamentos, arrancar você do meu coração. Obviamente quem me disse isso não tem a mínima noção do que acontece comigo toda vez que eu te vejo, ou ouço a sua voz, provavelmente essa pessoa nunca sentiu algo parecido com isso, e sinceramente, eu espero que ninguém esteja esperando por explicações, esse tipo de coisa não se explica, não se define, apenas se sente.
Sabe, eu tenho sido constantemente lembrada dos seus defeitos, seus erros, suas falhas.  E eu me pergunto: por que ninguém fala das coisas boas sobre você? Por exemplo, sobre como seu sorriso me faz sentir, como sua voz me acalma, ou então desse seu olhar, que paralisa tudo a minha volta, eu me pergunto por que ninguém fala dessa energia toda que você tem, dessa felicidade que contagia todo mundo, de como você me faz rir, e principalmente dessa sua capacidade enorme de me deixar envergonhada com elogios inacabáveis. Às vezes eu acho que só eu enxergo essas coisas em você. Você parece tão certo pra mim. Será?
A única coisa que eu sei agora, é que eu estou proibida de amar você, e isso machuca demais.

sábado, 20 de agosto de 2011

Urgência

Eu tô na urgência de sentir, tô desesperada por alguém que me ame tanto a ponto de doer, de sufocar, to desesperadamente procurando um abraço forte, cheio de sentimento, tô atrás de um beijo pra tirar o folêgo, de um momento inesquecível, de um eu te amo no pé do ouvindo, de um arrepio que seja. To procurando incessantemente por alguma atitude, alguma ação, to cansada de esperar, to cansada das palavras, quero atitude, quero intensidade, quero olho no olho, quero verdade.

domingo, 14 de agosto de 2011

Pensamentos baseados em nada

Hoje me peguei pensando demais, pensando em coisas aleatórias, coisas importantes, e principalmente, coisas que eu já deveria ter esquecido a tempos, que eu deveria ter apagado da minha mente pra sempre, mas acho que não consegui, daí me peguei pensando nessas coisas que eu já deveria ter apagado e sentindo aquele aperto no peito, seguido por uma aceleração incomum que a tempos eu não sentia. Agora me pergunto porque, qual o motivo, razão desse sentimento vindo a tona de novo, e logo agora, quando as coisas pareciam estar calmas, será que é passageiro, será que é só saudade? Será que eu realmente não te esqueci, será que eu ainda amo você?
Ridícula, essa é a a única descrição que eu encontro pra mim agora, nesse instante. Pensar em você me faz sentir como se eu estivesse quebrando uma promessa, uma promessa que fiz a mim mesma algum tempo atrás, quando pensar em você era sinônimo de dor, de sofrimento, de desilusão.
Essas duvidas tem me tirado o sono desde a semana passada, quando eu me atrevi a falar com você de novo. Acho que sinto sua falta, da amizade, das conversas. Não sei se te amo, não sei se é só saudade, mas esse aperto no peito não me deixa mentir, e só o que eu tenho a dizer, é que ando pensando muito em você.

quarta-feira, 25 de maio de 2011





Viver sem ser amado é como cortar as asas de um pássaro e tirar sua capacidade de voar. (William P. Young – A Cabana)


Flashback

“– Vamos Píer, me conte uma história... por favor – o menor fez o pedido de maneira que seria impossível que o maior dissesse que não.

- Tudo bem Dave, vou lhe contar a história mais bonita que eu conheço então. – Sorriu ao perceber que os olhos do pequeno brilhavam de ansiedade e excitação.

- Vamos píer, comece logo. – implorou ao maior.

- Ok então: Era uma vez você e eu. – Pierre sorriu ao fim da frase e fechou os olhos, deixando o menor com uma interrogação no rosto.

Riu suavemente ao ouvir a voz impaciente do menor soar em confusão:

- Mas píer, isso não é uma história, não tem final... – disse a ultima parte com um tom de voz indignado.

- Dave, mas essa é a melhor parte da história. – O maior permaneceu de olhos fechados, e envolveu o menor - que ainda não parecia ter entendido muito bem a história - em seus braços e lhe deu um beijo na fronte, sussurrando um ‘boa noite pequeno’. “

Fim de flashback

Eu juro que tentei, eu juro que nunca pensei em desistir, mas o que fazer? O que fazer quando as promessas enfraquecem, quando os olhares te machucam, quando a intolerância te consome? E quando você não é forte o suficiente para derrubar as paredes construídas?

Eu prometi, prometi que não teria fim, mas e quando o fim chega sem você sequer notar? Quando o preconceito passa por cima de você, massacrando seus sentimentos sem se importar.

Eu jurei amor eterno, e eu juro que o amor continua aqui, eu sinto muito, sinto mesmo, tanto sinto que sofro demais, e tanto sinto sua falta que o teu rosto me ronda a memória, sem me deixar dormir. Desculpe-me se eu não fui forte o bastante, eu nunca quis ver você sofrer, e eu juro, que eu vou até o fim do mundo pra te pedir perdão de joelhos e te ter aqui de novo.


Ame. Porque o amor existe, em formas variadas e inimagináveis, e cada uma dessas formas deve ser respeitada por todos, porque o amor é de e para todos.





segunda-feira, 7 de março de 2011

Só o errado me atrai...

Para muitos, não sou alguém que se importa com os sentimentos dos outros. Não sou uma pessoa que se preocupa com nada que não seja meu próprio umbigo. E como sempre, essas pessoas estão erradas. Eu sempre me preocupo com tudo. Posso ser meio neurótica dependendo do assunto ao qual me preocupo. Mas por nunca demonstrar essa preocupação...por sempre guardar ela somente pra mim, as pessoas dizem que não a tenho. Não as culpo. ME culpo por ter essa insensibilidade extrema que só permite as pessoas conhecer meu lado feliz. Odeio isso. Talvez o Filipe tenha razão, eu devia parar pra pensar mais no que está a minha volta, e parar de olhar apenas pra mim.
Talvez minha sensibilidade aparente esses dias, seja pura carência, sensivel sempre fui, daquelas pessoas que se machucam muito facilmente. Mas a dor me manteu extremamente forte por fora. Apenas por fora. Ja que por dentro é como se eu estivesse gritando com o rosto escondido em uma almofada. Ninguém consegue me ouvir, mas eu ainda estou gritando.

Queria pegar um casaco e sair pela rua nesse instante. Queria ter alguém pra ir comigo, alguém pra me fazer sorrir, pra me fazer esquecer dos meus problemas, da minha insegurança. Não estou pedindo pra ser a oitava maravilha do mundo, só preciso de alguém com que eu possa me sentir bem, alguém que não fique se preocupando apenas com o estado do seu cabelo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

watch you is the only drug i need

E hoje já me acostumei com a imagem distorcida no espelho,  e agora já somos três: eu, ela e a solidão; amigas para sempre. O silêncio já faz parte da rotina, mostrando que a tua ausência me machuca, me prende e me limita.
Sorrir é apenas uma lembrança vaga e distante; tão distante quanto você está agora: do outro lado do oceano, e junto a você está meu coração, que a muito tempo não sinto bater como antes, que a tempos está calado, quieto e quebrado em pedaços. E o que nos resta, são as fotos, as conversas, e as noites passadas no telefone.
E tudo que você precisa saber é que eu te amo, e sinto sua falta, que a sua voz me conforta, me tira o medo e a aflição de não te ter por perto, me faz sentir mais feliz do que tudo, e alimenta minha alma, e que quando você diz que me ama, eu não preciso de mais nada, eu sou totaalmente completa com você, porque o nosso amor vai durar pra sempre, mesmo que os anos passem, e você continue tão longe quanto agora, ele vai estar sempre aqui.

"a.mor (lat amore) sm 1 Grande afeição de uma pessoa por outra.
2 Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 3 Carinho, simpatia. 4 O ser amado."

Pois pra mim amor é muito mais, amor é inexplicável. Amor é você ♥ (Brasil-Itália 23h19min)

Matheus Tierry Bittencourt ♥

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

“Estas alegrias violentas


Têm fins violentos

Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora

Que num beijo se consomem.”

(Romeu e Julieta, ato II, cena VI. William Shakespeare)

Às vezes penso que o que sinto é puro desejo, às vezes acho que não sinto, e às vezes acho que amo; e quando amo nunca amo pouco, nunca amo pela metade. Não fico em cima do muro, ou estou com os pés no chão, ou ando sobre as nuvens. Nunca me entrego pela metade, digo que tenho apenas um coração, mas nele carrego todo sentimento do mundo. Não sei sorrir quando estou triste, não sei esconder quando estou amando, não me arrependo de nada, vivo além do limite, afinal, quem me garante que estarei aqui amanhã? Sou das pessoas que vivem o hoje, quando me solto, chuto o balde e não faço pose, faço valer a pena.

Sou movida a emoções, violentas, passageiras, calmas, de felicidade ou tristeza. Fui, sou e sempre serei puro coração.